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	<title>Ironi Spuldaro &#187; Artigos</title>
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		<title>Ano Novo com a Mãe</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 14:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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Arcebispo de Sorocaba, SP
Os pastores, os mais pobres dentre os pobres de seu tempo, e esquecidos, foram...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues<br />
Arcebispo de Sorocaba, SP</p>
<p>Os pastores, os mais pobres dentre os pobres de seu tempo, e esquecidos, foram os primeiros a receber a notícia da “grande alegria” do nascimento de Jesus, o “Salvador, que é o Cristo-Senhor” (Cf Lc 2,10-12). O coração deles foi inundado por um profundo sentimento de paz vindo do céu, que a terra tal dom era incapaz de dar-lhes: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados” (Lc 2,14). A verdade do que sentiam diante do anúncio do celeste canto, eles a constataram quando contemplaram na manjedoura o menino envolto em faixas, tão pobre quanto eles, e viram no semblante da mãe e de José a expressão de uma alegria serena e silenciosa, feita de louvor e de adoração. “Vendo-o, contaram o que lhes fora dito a respeito do menino; e todos os que os ouviam ficavam maravilhados com as palavras dos pastores. Maria, contudo, conservava cuidadosamente todos esses acontecimentos e os meditava em seu coração” (Lc 2,17-19).</p>
<p>Os pastores voltaram felizes para a sua lida cotidiana: “retiraram-se, louvando e agradecendo a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, de acordo com o que lhes tinha sido dito” (Lc 2,20). O mundo continuava o mesmo em toda a parte. O Império continuava, na sua fome de dominação, a impor a “Pax Romana” a todos os povos. Maria, a mãe, longe de se abater por ter dado à luz o seu filho distante de sua casa, em uma gruta, aconchego de ovelhas e pastores nas noites frias e chuvosas, com certeza, meditando, como era seu modo de ser, verificava, com renovada alegria, a verdade do seu canto no qual havia enaltecido o Deus dos pequenos e dos pobres. Ela meditava em seu coração: “como o meu Deus é desconcertante! Quis nascer aqui, no lar de pastores, esquecidos e desconhecidos, despojados de qualquer poder ou riqueza, por isso mesmo, capazes de uma alegria outra que não as falsas alegrias, e ruidosas, dos palácios e das festas dos poderosos”.</p>
<p>Ninguém pode negar: ali reinava a Paz, uma paz profunda, que coração humano algum jamais sonhara. A Mãe, Maria, ia e vinha nos seus pensamentos e sentimentos, revivendo o seu canto, &#8211; o “Magnificat”- na exultação e no louvor. Ela bem sabia que ali estava a Paz, raiz daquela paz sonhada pelos profetas de seu povo: a Paz-Shalom, vida em abundância para todos os homens, paz do céu &#8211; da qual a terra tinha fome &#8211; na gruta de Belém, a “casa do pão”. Naquela manjedoura estava a proclamação da dignidade de todos os homens, amados por Deus por si mesmos, imagem e semelhança do seu próprio ser.</p>
<p>Celebrar o Natal é, com a Mãe de Deus, anunciar que no mistério de cada ser humano se esconde o mistério maior do próprio Deus. Aquele recém-nascido não é ele mesmo Emanuel, Deus-conosco? Como não ver de agora em diante em cada pessoa a presença misteriosa do Filho de Deus!? O que a Mãe compreende e nos ensina é que o nosso Deus se misturou conosco – fez-se um de nós – e quis vir no despojamento para nos indicar que nossa grandeza não nos vem de fora – vestes finas, palácios, prestígio humano &#8211; mas está insculpida em nosso próprio ser, onde brilha refletida a imagem daquele cuja face está sempre voltada para nós a nos contemplar com ternura de Pai.</p>
<p>Fora desta experiência não há conversão, não há mudança, não há esperança. A paz está na Verdade, oculta na fragilidade de uma criança e luminosa no olhar da mãe, que contempla, tomada de ternura, o infinito do amor na pequenez do menino envolto nos panos da humana pobreza. É preciso crer que o mistério de Deus se esconde e se dá a nós no outro, irmão, que bate à nossa porta em busca de abrigo. Reconhecer em si mesmo e nos outros essa verdade e fazer dela a alma da convivência humana é caminho seguro para implantar a paz no mundo. Que o olhar da mãe Maria se torne nosso para podermos desfrutar da imensa alegria de experimentar a presença do mistério de Deus na pobreza de nossa existência! E que o ano, que está começando, seja de paz para toda a humanidade! Amém.</p>
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		<title>Papa Bento XVI lembra o sentido religioso do Natal</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: cnbb.org.br</p>
<p>O papa Bento XVI lamentou , na audiência geral desta quarta-feira, 21 dedezembro, a perda do &#8220;valor religioso&#8221; da celebração do Natal, convidando os cristãos a viverem esta festa de forma &#8220;autenticamente cristã&#8221;. &#8220;Na sociedade atual, onde infelizmente as festas que se avizinham estão a perder progressivamente o seu valor religioso, é importante que os sinais exteriores destes dias não nos afastem do significado genuíno do mistério que celebramos&#8221;, disse o Papa.</p>
<p>Diante de milhares de peregrinos reunidos na sala Paulo VI, Bento XVI pediu orações &#8220;por aqueles que passam por duras provas&#8221;. &#8220;Que nestes dias santos, a caridade cristã se mostre singularmente ativa para com os mais necessitados. Para os pobres não pode haver adiamentos&#8221;, assinalou. O Papa destacou que no Natal não se celebra &#8220;o simples aniversário do nascimento de Jesus&#8221;, mas &#8220;um profundo mistério que continua a marcar a história humana, hoje&#8221;.</p>
<p>&#8220;A celebração do Natal recorda-nos que, naquele Menino nascido em Belém, Deus se aproximou de todos e cada um dos homens; nós podemos encontrá-lo agora, num &#8216;hoje&#8217; sem ocaso&#8221;, declarou, em português. &#8220;De fato, na liturgia, aquele acontecimento ultrapassa os confins do tempo e do espaço e torna-se presente hoje, o seu efeito perdura no decorrer dos dias, dos anos, dos séculos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Natal, destacou Bento XVI, &#8220;celebra a entrada de Deus na história, fazendo-se homem&#8221; e aponta &#8220;para lá de si mesmo, para a redenção&#8221; da humanidade &#8220;na cruz e na glória da ressurreição&#8221;. &#8220;É verdade que a redenção do homem se deu num período concreto da história, ou seja, na vida de Jesus de Nazaré, mas Jesus é o Filho eterno de Deus; o Eterno entrou no tempo e no espaço, para tornar possível o encontro com Ele &#8216;hoje&#8217;&#8221;, observou. Aludindo à &#8220;ternura e amor de Deus&#8221; que se celebra neste período, o Papa citou uma expressão da liturgia católica, na qual se afirma &#8216;hoje nasceu o nosso Salvador&#8217;. &#8220;Este termo «hoje» não é uma palavra vazia, mas significa que Deus nos dá a possibilidade de o reconhecer e acolher agora &#8211; como fizeram outrora os pastores em Belém -, para que nasça também na nossa vida e a renove, ilumine e transforme com a graça da sua presença&#8221;, indicou.</p>
<p>Na saudação aos peregrinos de língua portuguesa, Bento XVI desejou, de novo, &#8220;um Natal verdadeiramente cristão&#8221;. &#8220;Que os votos de «Boas Festas», que ides trocar uns com os outros, sejam expressão da alegria que sentis por saber que Deus está no meio de nós e deseja percorrer conosco o caminho da vida. Para todos, um santo Natal e um bom Ano Novo, repleto das bênçãos do Deus Menino&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>O Menino Jesus e o Papai Noel</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 14:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos passados não muito distantes, Papai Noel esteve sempre relacionado ao Menino Jesus. Nos dias atuais, infelizmente, andam separados. Por toda parte onde o velhinho aparece, o Aniversariante da festa não é lembrado, mas posto fora da cena.</p>
<p>Sacoleiro errante, demonstrando preferências por crianças ricas, é a maneira como geralmente se apresenta. Perdeu-se no tempo sua figura original de mensageiro do Menino Jesus. Conformou-se passar por “Velho Propaganda” do consumismo, seu novo emprego. Nada mais do que um assalariado sazonal.</p>
<p>Colado em paredes e portas de lojas comerciais, pendurado em árvores de Natal psicodélicas, caminhando sem destino pelas ruas da cidade, o que pode significar sua imagem? Para alguns, talvez, lembre aquela felicidade nostálgica dos anos que não voltam mais. Para outros, pode representar momentos de fuga de uma vida sofrida e mergulhada em lutas sem fim. Para outros, ainda, será uma figura lendária que aparece todo fim de ano trazendo ilusões.</p>
<p>Pelas ondas do rádio, exibe uma voz atraente e acolhedora e, nas telas da TV, abraça e beija crianças. Viaja na internet com o nome de Santa Claus, a trazer presentes virtuais&#8230; Mas, de fato, esse Papai Noel moderno só pensa numa coisa e só trabalha por uma causa: vender, vender e sempre mais vender. Vende e dá muitos presentes. Quando vende, explora quem tem e quem não tem. Quando dá presentes para quem tem, só presentes novos e caros. Para quem não tem, presentes usados. Alheio ao sofrimento dos outros, nunca é visto chorando, mas sempre sorridente.</p>
<p>Na calada da noite, durante o sono das crianças, entra de mansinho nas moradias, ora descendo por chaminés, ora pulando pelas sacadas das janelas, sempre fantasiosamente esperado.</p>
<p>É um trabalho menos árduo do que caminhar pelas favelas. Não é hábito seu ir aonde as crianças não colocam o par de sapatinhos ao pé da cama, lá onde andam descalças e dormem no chão.</p>
<p>Tenho saudades do Papai Noel da “aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais&#8230;”. Aquele velhinho corado, barbas brancas, faces iluminadas de carinho, sorriso aberto e braços ainda mais abertos, aparentemente parecido com esse Papai Noel de hoje. Na realidade, um bem diferente do outro.</p>
<p>Vinha ele, o da minha infância querida, carregado de presentes para o Menino Jesus do Presépio lá de casa distribuí-los aos grandes e pequenos e à família da empregada que passava esse dia da fraternidade conosco. Sim, era o Menino Jesus quem repartia os presentes. Costume que ainda perdura em algumas famílias, Papai Noel traz presentes e os entrega em nome do recém-nascido na manjedoura de Belém.</p>
<p>Revivia-se com tão expressivo gesto o pleno sentido da profecia de Isaías: “Um menino nasceu para nós” (9,5). Ele é o presente de Deus à humanidade, motivo maior de nossa confraternização, manifestada na troca de presentes nessa Noite Feliz e de Paz.</p>
<p>Lenda ou história, Papai Noel da minha infância querida lembrava também São Nicolau, lá do século VI, que, nas noites de Natal, percorria as moradas dos pobres, repartindo com eles as doações dos fiéis em homenagem ao Pobrezinho que nasceu em Belém.</p>
<p>Haverá quem nasça mais pobremente? Escreve o Apóstolo Paulo aos Filipenses, que o Filho de Deus não se apegou de modo ciumento à sua condição divina, mas, “esvaziou-se a si mesmo e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana” (Fl 2, 6-7). Sua presença no meio de nós, nossa maior riqueza, foi a graça que recebemos de nos tornarmos filhos do mesmo Pai que fez de todos nós irmãos do seu Filho (Jo 1,16).</p>
<p>Nasceu pobremente – no sentido real da expressão – ao relento, “do lado de fora da casa, pois dentro não havia lugar para ele”. Sua Mãe “envolveu-o em faixas e reclinou-o na manjedoura de animais”, seu primeiro berço. Na predição de Isaías, é chamado de “Emanuel” (Deus-conosco) e, na voz do Anjo aos pastores de Belém, proclamado o Salvador. Só conheceu dois tronos: a Manjedoura e a Cruz. Ao perpetuar-nos sua memória na Eucaristia, transformou-os na mesa da Ceia.</p>
<p>Na sociedade consumista, o símbolo mais evocativo do Natal é o Papai Noel sequestrado pelas forças do poder econômico que urge delas libertá-lo. Desejamos que volte a ser mensageiro da Boa-Nova anunciada a uma Virgem de Nazaré chamada Maria: “Eis que darás à luz um filho e o chamarás Jesus”, bem como anunciada aos pastores que guardavam o rebanho nos campos de Belém: “Nasceu-nos hoje um Salvador”. Festejar o Natal ignorando o Aniversariante da festa, eis a mais triste alienação.</p>
<p>Papai Noel dos tempos da internet está com outra identidade. Não é mais aquele. Não sabe mais que, um dia, sua missão foi parecida, também, com a de João Batista, o precursor. Ele “não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz” (Jo 1,27). Aos contemporâneos, alertou com severa advertência totalmente válida após dois mil anos: “No meio de vós está alguém que não conheceis” (Jo 1,26).</p>
<p>A alegria do Natal seria mais completa se Papai Noel testemunhasse como João Batista, a respeito do Menino Jesus, o Aniversariante: “É necessário que Ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30).</p>
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		<title>Frei Raniero Cantalamessa</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 16:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou nesta sexta-feira, 02, o retiro de advento direcionado ao Papa e a Cúria Romana, o qual será conduzido pela pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa. A pedido de Bento XVI , o teólogo capuchinho fará durante o retiro voltado para o atual tempo litúrgico, pregações sobre a evangelização na história da Igreja. Será uma recapitulação de momentos chave em que a Igreja sentiu a necessidade de um maior empenho missionário.</p>
<p><strong>O anunciador não é maior que o anúncio </strong></p>
<p>Nessa primeira pregação, Raniero Cantalamessa falou sobre a força do anúncio evangélico e o papel que deve ser assumido por aquele que anuncia. O Frei, tomando o trecho do Evangelho que narra a parábola do Semeador, explicou que a razão essencial do sucesso da missão cristã não depende do portador da Palavra, mas da própria palavra.</p>
<p>&#8220;Aquilo que os historiadores das origens cristãos não registram ou quase não citam é a inabalável certeza que os cristãos de então, ao menos os melhores, tinham a respeito da bondade e da vitoria final da causa deles&#8221;.</p>
<p>A partir dessa afirmação acima citada, Raniero continuou o discurso falando sobre as convicções que devem estar no coração dos novos evangelizadores acerca da fé.</p>
<p>&#8220;Me parece, por isso, uma verdadeira inspiração do Espírito Santo aquela que levou o Santo Padre a instituir o ano da fé de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013. O sucesso da nova evangelização dependerá,de fato, da massa de fé que se conseguirá criar na Igreja, entre os próprios evangelizadores&#8221;, salientou.</p>
<p><strong>A difusão do cristianismo nos primeiros três séculos</strong></p>
<p>Catalamessa recorda que nos primeiros tempos do cristianismo seguir Cristo era uma escolha pessoal que levava as pessoas a realmente contra uma corrente que os ameaçava. Esta novidade cristã se espalhava rapidamente, pois tinha justamente um caráter universal.</p>
<p>&#8220;Os cristãos faziam todo o esforço possível para difundir sua fé colocando isso como a coisa mais importante da vida.Já na segunda metade do século III que as iniciativas começam a se tornar mais coordenadas e sustentadas pelas comunidades locais que se tornam, mais que nunca, protagonistas na evangelização&#8221;, ressaltou.</p>
<p><strong>Críticas a Dan Brown</strong></p>
<p>“Afirmações como aquela de Dan Brown no livro “O Código Da Vince” que diz que teria sido Constantino, por motivos pessoais, a transformar,  com o seu édito de tolerância e com o Concílio de Nicéia, uma obscura seita judaica na religião do império, é baseado em uma total ignorância que precederam esses eventos”, reforça Cantalamessa.</p>
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		<title>Prefeito da Congregação para o Clero</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 15:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Leonardo Meira Da Redação
O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza, enviou uma Mensagem aos sacerdotes de todo o mundo por...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Leonardo Meira Da Redação</p>
<p>O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza, enviou uma Mensagem aos sacerdotes de todo o mundo por ocasião do Tempo do Advento. No texto, ele propõe particularmente uma atitude de Maria como modelo a se viver durante o Advento: a vigilância.</p>
<p>&#8220;Cristo guarda incessantemente a sua Igreja e a cada um de nós! A Santíssima Mãe de Jesus e nossa é constantemente vigilante e nos guarda! A atitude de vigilância à qual o Senhor nos chama é aquela apaixonada observação do real, que nos conduz a duas direções fundamentais: a memória do nosso encontro com Cristo e do grande mistério de sermos Seus sacerdotes, e a abertura à &#8216;categoria da possibilidade&#8217;&#8221;, escreve.</p>
<p>Acesse<br />
.: NA ÍNTEGRA:<a title="Mensagem do Cardeal Piacenza" href="http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=284399"> Mensagem do Cardeal Piacenza</a></p>
<p>Piacenza recorda que a Virgem Maria continuamente &#8220;fazia memória&#8221; dos acontecimentos que Deus operou em sua vida e, ao mesmo tempo, vivia disponível e aberta ao &#8220;possível&#8221;, ou seja, à concretização da amorosa Vontade de Deus nas circunstâncias quotidianas e mais inesperadas.</p>
<p>&#8220;Peçamos a Ela que nos dê um coração que seja capaz de reviver o Advento de Cristo na nossa própria vida, que seja capaz de contemplar o modo em que o Filho de Deus, no dia da nossa ordenação, de forma radical e definitiva, marcou toda a nossa existência, imergindo-a no Seu Coração sacerdotal, e como Ele nos renova quotidianamente, na Celebração Eucarística, transfiguração da nossa vida no Advento de Cristo pela humanidade&#8221;, pede.</p>
<p>O Cardeal também pede um coração atento e capaz de reconhecer os sinais do Advento de Jesus na vida de cada homem e, de modo particular, na vida dos jovens confiados aos sacerdotes.</p>
<p>&#8220;A Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe dos Sacerdotes e Rainha dos Apóstolos, obtenha àqueles que lhe pedem humildemente, a paternidade sacerdotal necessária para acompanhar os jovens no alegre e entusiasmante seguimento de Cristo&#8221;.</p>
<p>Piacenza conclui sua mensagem pedindo a cada sacerdote um &#8220;apoio orante&#8221; ao ministério que ele, como Cardeal, desempenha. &#8220;Implorando ao Senhor, diante do presépio, que nos ajude a tornarmo-nos, a cada dia, aquilo que somos!&#8221;.</p>
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		<title>O diabo e sua M.I.S.SA</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 20:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como tudo de decadente e profano sai do Rio de Janeiro, capital da cultura e da moda do Brasil, a tal festa, infelizmente, também aqui...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tudo de decadente e profano sai do Rio de Janeiro, capital da cultura e da moda do Brasil, a tal festa, infelizmente, também aqui começou. Há pouco tempo, em Outubro, uma das &#8220;festas mais polêmicas e badaladas do RJ&#8221; completou seus dois anos de maléfico nascimento. Houve uma edição da mesma no Pier Mauá no RJ. A organizadora de tal evento (se assim podemos dizer, porque me faltam palavras&#8230;) é a produtora &#8220;Cinco Entretenimentos&#8221;, um dos responsáveis chamasse Rafael Cuia. Alegam que não ferem sentimentos religiosos&#8230; É Inacreditável que ainda tenham a coragem de se prenunciar pseudamente!<br />
Na M.I.S.S.A do diabo, paradoxamente, o DJ está vestido de padre, o fotógrafo se veste de Papa e as meninas tentam cubrir seus corpos expostos e oferecidos com véus de freiras. Quanta falta de respeito! Que ridículo! Lamentável espetáculo de fantoches do diabo profanador.</p>
<p>Os organizadores da M.I.S.S.A (Movimento dos interessados em sacudir sua alma) se condenam e se entregam também pelas chamadas e termos ambíguos que usam na divulgação, como foi no caso da festa em Búzios ( Região dos Lagos do RJ), quando os organizadores escreveram nos cartazes: &#8220;Aproveite a Semana Santa na M.I.S.S.A em Búzios, dia 23/4, de R$ 100 por R$ 18. Vai ser literalmente um pecado deixar de ir&#8221;. Em alguns sites, está escrito a respeito desta anomalia humana e engenharia satânica: &#8220;M.I.S.S.A, Conquistando cada vez mais fiéis&#8221;. E ainda: &#8220;Um pecado não deixar de ir&#8221;. Em todos os cartazes das cidades (Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Natal, Macéio e Niterói) onde já ocorreram esta anomalia (encontrei uma palavra!), está escrito em relação a &#8220;ir pra Missa&#8221; (em um site eles usaram a palavra sem os pontos entre as letras): &#8220;Quem disse que ninguém te chama?&#8221;.<br />
Quanto aos participantes? São manipulados a banalizarem o sentido do pecado (maior desgraça do mundo atual), porque recebem adesivos verdes e vermelhos com inscrições &#8220;peco&#8221; e &#8220;não peco&#8221;. Dentro das casas de show que abrigam esta anomalia, o diabo (sempre muito desrespeitador e invejoso) caracterizou o ambiente infernal da sua diabólica M.I.S.S.A com os elementos sagrados da Liturgia Católica: A mesa de som imita um altar, e há uma grande cruz de madeira no centro do salão. Um altar menor abriga outra cruz e várias de nossas imagens religiosas cercadas de velas. É diabo, pra tua sorte, o povo católico brasileiro é extremamente pacífico e a hierarquia da Igreja extremamente indolente! Se fóssemos mulçumanos&#8230;</p>
<p>É claro que a gelada não podia faltar! Tudo isso é regado de muita bebida, como o diabo gosta, tirando a consciência e a sobriedade de uma geração que já habituada em viver nas mãos dele. Interessante, que em todos os sites onde vi o anúncio e as fotos da anomalia, o patrocínio são das marcas de cervejas. O fundo do cenário da M.I.S.S.A do diabo está cheia da marcas conhecidas no Brasil. Desse jeito, vão descer mesmo&#8230; As revistas oficias sobre bebidas alcoólicas aproveitam para dar informações sobre o consumo de cervejas, whisky, tequila, vodka, cachaça e absolute. Imaginem que clima! Precisa explicar porquê os acidentes de trânsito no RJ durante a noitada não param de subir? Só alegria pro diabo, que consegue fazer a sua festa na &#8220;Cidade Maravilhosa&#8221;. Ops&#8230;maravilhosa pra quem? Só se for para ele! É ele que tá sacudindo heim&#8230;<br />
A minha maior tristeza como cristão e sacerdote é saber que a grande maioria que frequenta esta anomalia são &#8221;batizados católicos&#8221;. Maior tristeza ainda é que se perguntarmos aos organizadores, eles também se declararão &#8220;católicos&#8221;. E o que diremos dos patrocinadores destas festas? Protestantes, com certeza, não são.<br />
Espero que nossas Dioceses sigam o exemplo da Arquidiocese de Manaus, que se pronunciou contra tal sacrilégio em uma nota de esclarecimento lúcida e profética. Parábens jovens da RCC daquele Estado. Creio que foram vocês os motivadores da Pascom Arquidiocesana.     Chegará um tempo em que os homens se cansarão destas formas atuais de idolatria e escravidão, sentirão o desejo profundo de romper com o relativismo e a degradação moral, retornarão como sedentos ao altar da vida, descobrirão na Santa Missa verdadeira Festa, e nela encontrão o Único capaz de dar sentido às suas vidas. Terão a certeza de que o diabo não pode fazer ninguém feliz e que este mundo não é amigo de ningúem. Entenderão que as festas de outrora  não podem produzir a alegria que somente Deus pode conceder gratuitamente. Trocarão as bebidas pelas águas purificadoras do Espírito, abandonarão as drogas e o sexo animal para buscarem na Palavra e na Eucaristia o tesouro de suas vidas. Buscarão a fidelidade, encontrarão as pessoas certas, constituirão famílias que não cederão ao secularismo, formarão uma nova geração que poderá transformar o Brasil.</p>
<p>Desafiamos os jovens que hoje vivem mortos para que procurem nas Igrejas Católicas a autêntica Missa que Jesus celebrou no Calvário e que salvou a humanidade, resgatando também a tua vida, te salvando para sempre. Os que ainda estiverem vivos em 2013, são convidados a mudarem de vida na Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio de Janeiro dos dias 23 à 28 de Julho. Ali, vocês verão jovens do mundo inteiro felizes, sem bebidas e sem drogas, louvando, dançando, escutando o Papa Bento, celebrando a MISSA que pode transformar as nossas vidas. Uma só MISSA pode mudar a tua vida! Está interessado? Quer arriscar? Movimente tua alma de verdade, só com Deus, só em Deus, só por Deus!</p>
<p>Só quando você for a verdadeira MISSA poderás experimentar, com a tua alma em Festa, a verdadeira Alegria que só Deus pode dar!</p>
<p>Rio Bonito, 18 de Novembro de 2011<br />
Pe. Eduardo Braga (Dudu),<br />
Presbítero da Arquidiocese de Niterói-RJ</p>
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		<title>Por quem os sinos dobram?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 14:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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Arcebispo de São Salvador da Bahia &#8211; BA
No dia de Finados, costumamos recordar com carinho nossos mortos queridos....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Dom Murilo S.R. Krieger, scj<br />
Arcebispo de São Salvador da Bahia &#8211; BA</p>
<p>No dia de Finados, costumamos recordar com carinho nossos mortos queridos. Por um lado, poderíamos dizer que nossa saudade, nosso sofrimento e nossas lágrimas são um problema pessoal ou, quando muito, familiar. Por outro, na grande família dos filhos de Deus, a alegria de um membro deve ser a alegria de todos e a dor de um irmão que sofre deve ser compartilhada por toda a comunidade. São Paulo exprimiu esse entrelaçar-se de nossas vidas com uma afirmação que se tornou clássica: “Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram” (Rm 12,15). O poeta inglês John Donne (†1631) expressou de maneira feliz essa necessidade de solidariedade entre os cristãos. Estava doente, de cama, e ouviu os sinos baterem com aquele toque que anunciava a morte de alguém. O poeta perguntou, então, aos que o cercavam: “Por quem os sinos dobram?”, e ele próprio respondeu: “Eles dobram por ti!” Sim, quando morre um membro da comunidade, são todos os seus membros que participam da mesma dor, por se empobrecerem um pouco com a morte dessa pessoa.</p>
<p>Os que já fizeram a experiência da perda de um ente querido que enfrentou uma longa doença e os que receberam a inesperada notícia da morte de uma pessoa que lhes era muito cara são capazes de avaliar a extensão da dor de inúmeros irmãos que diariamente vivem e sofrem essas mesmas situações. Em cada cristão que sofre, Cristo continua sua paixão. No mundo atual, são outras as estações da Via Sacra, mas o sofrimento e a dor são uma continuação da dor e do sofrimento vivenciados por nosso Mestre, naquela primeira.</p>
<p>É importante saber repartir com todos as muitas lições que aprendemos nessas circunstâncias. É também uma maneira de retribuir o que recebemos daqueles que, ao partirem, deixaram saudades. Eis algumas lições:</p>
<p>Entre as inúmeras experiências que se pode fazer, quando perdemos uma pessoa querida, uma das maiores é, sem dúvida, a da bondade de Deus. Nessas horas, devemos tomar consciência de que a vida de cada pessoa que passou em nossos caminhos é um imenso presente que o Senhor nos deu. Através do profeta Isaías, Ele nos diz: “Eu, o Senhor, te chamei&#8230; e te peguei pela mão” (Is 42,6). Percebemos Sua presença ao nosso lado pela força que nos dá, pela esperança que renova em nosso coração e pela fé que ilumina esses momentos de dor. Como, então, não sairmos dessa experiência de dor animados e fortalecidos?</p>
<p>Outra lição: Deus se faz presente na hora da dor através de parentes e amigos. Diz a Bíblia que “quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro” (Eclo 6,14). Vemos, em tais situações, quantos tesouros temos ao nosso lado! Descobrimos muitas pessoas que também sofrem com tais mortes e, mesmo assim, procuram ser uma presença de bondade junto a nós. Seus gestos de solidariedade não nascem apenas em seus corações. Nascem, em primeiro lugar, no coração do próprio Deus.</p>
<p>Terceira lição: quando se trata da morte violenta de uma pessoa – por exemplo, em um acidente de carro – percebemos o quanto somos responsáveis por nossos atos. O Senhor não nos colocou no mundo para sermos peças inconscientes de uma grande máquina, com comportamentos pré-determinados. Não! Ele nos dá a liberdade e a capacidade de fazermos nossas escolhas e tomarmos as devidas decisões. Podemos e devemos usar nossa liberdade para fazer o bem, para servir. Mas podemos também usar nossa liberdade para fazer o mal, prejudicando com isso outras pessoas. Nós é que, então, passamos a ser causa de dor e tristeza para outros.</p>
<p>Mais uma lição: anima-nos a certeza de que “a figura desse mundo passa” (1Cor 7,31). Somos peregrinos. Nossa vida sobre a terra não teria mesmo muito sentido se não desabrochasse em outra vida, que é eterna. Arde, no coração do Pai, o desejo de dizer-nos um dia, face a face, o que falou a seu Filho por ocasião do batismo, no rio Jordão: “Tu és meu filho amado, de ti eu me agrado” (Lc 3,22).</p>
<p>Aproveitemos, pois, a graça do dia de Finados! Rezemos por nossos mortos e tomemos consciência do dom que continuam sendo para nós!</p>
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		<title>Tecnologia e Sabedoria</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 19:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues
Arcebispo de Sorocaba &#8211; SP
Colhi de uma agência de notícias na INTERNET a seguinte afirmação: “Steve Jobs...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues<br />
Arcebispo de Sorocaba &#8211; SP</strong></p>
<p>Colhi de uma agência de notícias na INTERNET a seguinte afirmação: “Steve Jobs foi homenageado até mesmo por veículos ligados ao Vaticano”. Note o leitor que o “até mesmo” pode ser interpretado negativamente, pois atrás da expressão poderia estar a idéia de que a Igreja se opõe ao avanço das novas tecnologias, o que não é verdade. “A maior contribuição que Steve Jobs nos deixou é a de sentir a tecnologia como algo que faz parte da vida de todos os dias. Deixou de ser um assunto apenas para técnicos&#8221;, comentou a Rádio Vaticano.</p>
<p>Recentemente participei de um Seminário de Comunicação para bispos, promovido pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais da Santa Sé, no qual, além das análises sócio-culturais do impacto das novas tecnologias de comunicação, procuramos pensá-las à luz da fé, sobretudo através de uma rica exposição com o seguinte título: “Espiritualidade e Elementos para uma Teologia da Comunicação em Rede”. Apenas para o leitor se fazer uma idéia do significado que a Igreja atribui à Internet, cito um breve trecho da conferência do teólogo: “A rede, colocada ao alcance da mão (também no sentido literal), começa a incidir sobre a capacidade de viver e de pensar. De seu influxo depende de algum modo a percepção de nós mesmos, dos outros e do mundo que nos cerca e daquilo que ainda não conhecemos”. Uma nova cultura se instala através da Internet. A humanidade se reconhece cada vez mais uma única família.</p>
<p>As novas tecnologias estão aí. O que faremos delas? Espaço de relações verdadeiras ou praça de guerra? Espaço de circulação da verdade ou de relações falsas? Com certeza Steve Jobs em seu empenho criativo pensava estar colocando a serviço da humanidade poderosos meios de comunicação. Sua história, por ele mesmo interpretada em discurso de formatura na Universidade de Stanford, em junho de 2005, nos deixa preciosas lições sobre o significado da Vida.</p>
<p>Na primeira parte, que ele designa como “ligar os pontos”, descreve como os aparentes contratempos da existência, passado o tempo, se ligam harmoniosamente e afirma: “claro que era impossível conectar os pontos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas ficou muito claro olhando para trás, dez anos depois. Você só pode conectar os pontos de algum jeito olhando para trás” e acrescenta: “Então você tem que confiar que os pontos de algum jeito vão se conectar no futuro”.</p>
<p>Na segunda parte, que Ele denomina”Amor e Perda”, Steve testemunha que sua demissão da empresa, que ele mesmo fundara, a Apple, significou um grande vazio, mas que, mesmo assim, ele continuava amando o que fazia e decidiu recomeçar tudo de novo e afirma que a demissão, vista depois, “foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. Deu-me a liberdade para começar um dos períodos mais criativos de minha vida” quando criou duas empresas a NeXT e a Pixar e “em que me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa”. Ao narrar essa parte ele diz aos formandos: “Às vezes a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé”. Amor ao trabalho e às pessoas é o segredo de viver contente. Na terceira parte, Steve narra o diagnóstico do câncer no Pâncreas que, finalmente, o levou à morte e passa a refletir sobre a morte.</p>
<p>Começa por lembrar-se de ter lido, aos 17 anos, em algum lugar: “Se você viver cada dia como se fosse o último, algum dia provavelmente você vai acertar”. Levou a sério o que lera e afirma ter mudado várias vezes de direção por se perguntar: “se fosse hoje o último dia de minha vida, eu iria querer fazer o que vou fazer hoje?” E assevera: “lembrar que eu logo vou estar morto é a ferramenta mais importante que eu já encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida, porque quase tudo, toda expectativa exterior, todo orgulho, todo o medo de dificuldades, de falhas, estas coisas simplesmente somem em face da morte, deixando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que conheço para evitar a armadilha de achar que você tem algo a perder. Você está nu. Não há razão para não seguir seu coração”.</p>
<p>Mais adiante Steve diz que ninguém quer morrer mesmo crendo no céu “e mesmo assim a morte é o destino que todos compartilhamos. Ninguém nunca escapou dela. E é como deveria ser, porque a Morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida. É o agente de mudança da vida. Ela tira o que é velho do caminho para dar espaço ao novo”. E dirigindo-se aos jovens: “Seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo  a vida de outra pessoa&#8230;. Não deixe o ruído da opinião alheia sufocar sua voz interior&#8230;tenha coragem de seguir seu coração e sua intuição”&#8230;tudo o mais é secundário”. E termina; “Stay Hungry, Stay Foolish”, “continue faminto, continue ingênuo”, ou seja, nunca desista, acredite sempre.</p>
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		<title>O desafio missionário hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 16:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro &#8211; RJ
O mês de outubro, como mês temático,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Dom Orani João Tempesta, O. Cist.<br />
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro &#8211; RJ</p>
<p>O mês de outubro, como mês temático, tem duas vertentes. De um lado as Missões, que marcam as reflexões em nossas comunidades. É também o mês do Rosário, de antiga tradição, convidando-nos a uma vida de oração contemplativa. Estes dois temas se completam, pois necessitamos de uma densa vida espiritual e de orações para vivermos testemunhando Jesus Ressuscitado e anunciando-O às pessoas do nosso tempo. Somos essencialmente missionários. Fixemo-nos hoje no tema das missões.</p>
<p>A caminhada da Santa Igreja perpassa por várias correntes referenciais para levar aos fiéis a plena compreensão do Reino de Deus. Dentre as correntes que se adota no percurso da caminhada evangelizadora está a dimensão missionária.</p>
<p>Na caminhada histórica do Filho de Deus, a Igreja Católica apresenta o mês de outubro como o mês das Missões. Neste ano apresenta-se com o tema “Missão na Ecologia”, que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) realizam como a Campanha Missionária 2011. A temática, como nos anos precedentes, está diretamente ligada ao tema da Campanha da Fraternidade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que este ano é “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Sempre foi consenso que os vários temas durante o ano poderiam ser ligados ou inspirados no tema da Campanha da Fraternidade. Nesse sentido, a Semana Nacional da Vida, começando no início de outubro e culminando com o Dia do Nascituro, nos recorda que toda a nossa reflexão ecológica não teria sentido sem a preservação e o respeito à vida humana.</p>
<p>Somos chamados também a refletir sobre o tema do dia Mundial das Missões, que a cada ano o Papa nos sugere. Neste ano, o Papa Bento XVI colocou como tema: “Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós” (Jo, 20,21). Notamos, de certa forma, como essa preocupação missionária está no coração e na mente do nosso Papa. Basta recordar o tema que ele escolheu para a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.</p>
<p>A missão fundamental da Igreja é sempre de Anúncio da Palavra de Deus ecoada nos corações dos fiéis, testemunhada e vivida, que deve transparecer em toda a vida do povo de Deus. Todos nós nos tornamos seguidores e missionários a partir da Graça que de Deus recebemos através do santo Batismo, que nos impregna a ação do Espírito Santo. A partir do conhecimento da Graça de Deus, adotada no coração daqueles e daquelas que buscam a solidez da revelação divina em suas vidas, percebe-se a necessidade da missão. Também é missão da Igreja denunciar tudo que é contrário à Palavra de Deus, como por exemplo, as injustiças provocadas à luz de interesses particulares que desnorteiam a caminhada cristã. Dentro do contexto proposto para o mês das Missões no Brasil deste ano, a Igreja ressalta a ingente preocupação com a preservação do meio ambiente e conscientização ecológica.</p>
<p>Ser missionário é antes de tudo um grande compromisso que o cristão adota em prol da realização do Reino de Deus, onde as criaturas por Ele criadas devem proclamar e dar testemunho da própria fé, levando ao conhecimento de todas as pessoas a Palavra de vida que cura, liberta e salva. Ser missionário é, em primeiro lugar, o ato de assumir a fé por inteiro, numa dinâmica viva de acolhimento à própria vocação.</p>
<p>Nestes tempos de tantas dificuldades para a missão da Igreja, que sofre perseguições diversas pelo mundo, não é fácil “fazer discípulos”, não é simples estar presente na sociedade em que uma minoria preferiria que “se esquecesse de Deus”. Ao discernirmos os “sinais dos tempos”, sentimos como é necessário uma “nova evangelização” e a coragem de proclamar em quem nós cremos, e como são importantes para a sociedade os valores proclamados pelos missionários.</p>
<p>Quando se ouve falar de missão ou em ser missionário, muitas vezes pensamos que para atuar como missionários precisamos ingressar em uma Ordem Religiosa e professarmos os votos para sermos enviados a uma terra distante e trabalharmos na evangelização dos irmãos. Há de se falar que de fato existe este tipo de trabalho missionário na vida da Igreja, principalmente de nossos irmãos que dão a sua vida no anúncio e no testemunho do Evangelho em lugares que Ele ainda não foi anunciado. Mas, em primeiro momento, a missão está de modo nato presente em todos nós batizados e devemos agir como verdadeiros missionários no ambiente em que vivemos, a começar pela nossa própria família e comunidade onde exercemos o nosso apostolado. Ser missionário faz parte do nosso ser cristão.</p>
<p>Como já falado acima, o mês de outubro é dedicado pela Igreja como sendo o mês das Missões. Nesta oportunidade se fala muito sobre o trabalho missionário e a sua devida importância como forma de fortalecimento na fé e na caminhada. Não é um mês exclusivo de se fazer missões, mas é um momento de reforçar o trabalho e rezar e ajudar em prol do bom êxito do trabalho dos missionários que estão em missão em terras realmente distantes do país ou cidades de origens, e é, também, oportunidade de fazer com que a nossa missão diária possa surtir os efeitos necessários no coração de todos os fiéis, para que caminhem buscando sempre a proximidade com Deus, que é o Criador de tudo e de todos.</p>
<p>O Catecismo da Igreja Católica nos exorta: “Tornados filhos de Deus pela regeneração batismal, os batizados são obrigados a professar diante dos homens a fé que pela Igreja receberam de Deus e a participar da atividade apostólica e missionária do povo de Deus” (cf. no. 1270).</p>
<p>A missão de todos nós consiste no fato de que temos que abraçar toda a proposta de Deus feita a nós desde o momento pelo qual, movido Ele por um amor incondicional, nos deu a vida. Podemos viver a nossa missionariedade em terras distantes ou em nosso próprio habitat, aqui no dia-a-dia de nossa Arquidiocese, aonde muitos ainda precisam conhecer Jesus ou redescobri-Lo, sendo que este último deve sempre ser o motivador maior do nosso ardor missionário – de sair de nossas casas e ir ao encontro do irmão para levar a Boa Nova da Salvação. Nestes últimos meses, e também neste outubro missionário, tantas iniciativas missionárias perpassam as atividades de regiões, foranias e vicariatos de nossa Arquidiocese. Isso tudo realizado pelas paróquias como também por grupos, comunidades e consagrados. Santa Terezinha do Menino Jesus nunca saiu do Carmelo, no entanto foi uma grande missionária, movida pelas suas contínuas orações, seu espírito missionário que trazia como inquietação em seu coração e profundo amor a Deus. Seja também você um missionário de Jesus Cristo, particularmente neste tempo da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro (agora com site oficial no ar, o concurso para a logomarca lançado e já inaugurada a sede do comitê organizador) e enquanto estamos unidos aos jovens que anunciam Cristo Jesus pelo nosso país, levando consigo o ícone de Nossa Senhora e a Cruz do Redentor!</p>
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		<title>Vídeo do Acampamento</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 20:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira o um vídeo do Acampamento  No Combate da Oração.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira o um vídeo do Acampamento  No Combate da Oração.</p>
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