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		<title>A catequese de Bento XVI na Audiência Geral</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espírito de Cristo como princípio interior de todo o nosso agir
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de maio de 2012(ZENIT.org) &#8211; Apresentamos a catequese...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Espírito de Cristo como princípio interior de todo o nosso agir</p>
<p>CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de maio de 2012(<a title="Zenit.org" href="http://www.zenit.org/article-30339?l=portuguese" target="_blank">ZENIT.org</a>) &#8211; Apresentamos a catequese do Santo Padre Bento XVI dirigida aos fiéis e peregrinos reunidos na praça de São Pedro.</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs,</p>
<p>Nas últimas catequeses refletimos sobre a oração nos Atos dos Apóstolos, hoje gostaria de começar a falar sobre a oração nas cartas de São Paulo, o apóstolo dos gentios. Antes de tudo, queria fazer notar como as suas cartas sejam introduzidas e se fechem com expressões de oração: no início agradecimento e louvor, e no final, desejo de que a graça de Deus guie o caminho das comunidades as quais é endereçada a carta. Entre a fórmula de abertura: &#8220;agradeço o meu Deus por meio de Jesus Cristo&#8221; (Rm 1,8), e o desejo final: &#8220;a graça do Senhor Jesus esteja com todos vocês&#8221; (I Cor. 16,23), se desenvolvem os conteúdos das cartas do Apóstolo. Aquela de São Paulo é uma oração que se manifesta em uma grande riqueza de formas que vão desde o agradecimento à benção, do louvor ao pedido de intercessão, do hino à súplica: uma variedade de expressões que demonstra como a oração envolva e penetre todas as situações da vida, sejam aquelas pessoais, sejam aquelas das comunidade às quais se dirige.</p>
<p>Um primeiro elemento que o apóstolo quer nos fazer compreender é que a oração não deve ser vista como uma simples obra boa feita por nós para Deus, uma ação nossa. É, antes de tudo, um dom, fruto da presença viva, vivificante do Pai e de Jesus Cristo em nós. Na carta aos Romnanos, escreve: &#8220;Do mesmo modo, o Espírito Santo vem em auxílio à nossa fraqueza: não sabemos, de fato, como rezar em modo conveniente, mas o Espírito mesmo intercede com gemidos inefáveis (8,26). E sabemos como é verdadeiro o que diz o Apóstolo: &#8220;Não sabemos como rezar em modo conveniente&#8221;. Queremos rezar, mas Deus está distante, não temos as palavras, a linguagem para falar com Deus, nem mesmo o pensamento. Podemos somente nos abrir, colocar o nosso tempo à disposição de Deus, esperar que Ele nos ajude a entre em verdadeiro diálogo. O apóstolo diz: exatamente essa falta de palavas, essa ausência de palavras, e também o desejo de entrar em contato com Deus, é a oração que o Espírito Santo não somente entende, como leva, interpreta diante de Deus. Exatamente essa nossa fraqueza se torna, através do Espírito Santo, verdadeira oração, verdadeiro contato com Deus. O Espírito Santo é quase um intérprete que faz com que Deus entenda aquilo que queremos dizer.</p>
<p>Na oração nós experimentamos, mais que em outras dimensões da existência, a nossa fraqueza, a nossa pobreza, o nosso ser criaturas, porque somos colocados diante da Onipotência e da transcendência de Deus. E quanto mais progredimos na escuta e no diálogo com Deus, para que a oração se torne o respiro cotidiano da nossa alma, mais percebemos a dimensão do nosso limite, não somente diante das situações concretas de cada dia, mas também em relação ao próprio relacionamento com o Senhor. Cresce então em nós, a necessidade de confiar, de confiarmo-nos sempre mais a Ele; compreendemos que &#8220;não sabemos&#8230;como rezar de modo conveniente&#8221; (Rom 8,26). E é o Espírito Santo que ajuda a nossa incapacidade, ilumina a nossa mente e esquenta o nosso coração, guiando o nosso dirigir-se a Deus. Para São Paulo, a oração é, sobretudo, o agir do Espírito Santo na nossa humanidade, que se encarrega da nossa fraqueza e transforma-nos de homens ligados às realidades materiais em homem espirituais. Na primeira Carta aos Coríntios diz: &#8220;Agora, nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito de Deus para conhecer aquilo que Deus nos deu. Desta nós falamos, com palavras não sugeridas pela sabedoria humana, mas sim, ensinadas pelo Espírito, exprimindo coisas espirituais em termos espirituais&#8221; (2,2-12). Com o seu habitar na nossa fragilidade humana, o Espírito Santo nos transforma, intercede por nós, nos conduz às alturas de Deus (Rom 8,26).</p>
<p>Com essa presença do Espírito Santo se realiza a nossa união a Cristo, já que se trata do Espírito do Filho de Deus, no qual nos tornamos filhos. São Paulo fala do Espírito de Cristo (Rom 8,9), não somente do Espírito de Deus. É obvio: se Cristo é o Filho de Deus, o seu Espírito é também Espírito de Deus e assim, se o Espírito de Deus, Espírito de Cristo, se torna já muito próximo a nós no Filho de Deus e no Filho do Homem, o Espírito de Deus se torna também espírito humano e nos toca; podemos entrar na comunhão do Espírito. É como se disesse que não somente Deus Pai se fez visível: na Encarnação do Filho, mas também o Espírito de Deus se manifesta na vida e na ação de Jesus, de Jesus Cristo, que viveu, foi crucificado, morreu e ressuscitou. O Apóstolo recorda que &#8220;ninguém pode dizer &#8220;Jesus é o Senhor&#8221;, se não sob a ação do Espírito Santo&#8221; (I Cor 12,3). Portanto, o Espírito orienta o nosso coração a Jesus Cristo, de modo que não sejamos mais nós a viver, mas Cristo a viver em nós&#8221; (Gal 2,20). Nas suas Catequeses sobre os Sacramentos, refletindo sobre a Eucaristia, Santo Ambrósio afirma: &#8220;Quem se inebria do Espírito, está enraizado em Cristo&#8221; (5,3.17: PL 16, 450).</p>
<p>E gostaria agora de evidenciar três consequências da nossa vida cristã quando deixar operar em nós não o Espírito do mundo, mas o Espírito de Cristo como princípio interior de todo o nosso agir.</p>
<p>Antes de tudo, com a oração animada pelo Espírito, somos colocados em condição de abandonar e superar todo medo e escravidão, vivendo a autêntica liberdade dos filhos de Deus. Sem a oração que alimenta cada dia o nosso ser em Cristo, em uma intimidade que cresce progressivamente, nos encontramos na condição descrita por São Paulo na Carta aos Romanos: não fazemos o bem que queremos, mas sim, o mal que não queremos(Rom 7,19). E esta é a expressão de alienação do ser humano, de destruição da nossa liberdade, para as circunstâncias do nosso ser para o pecado original: queremos o bem que não fazemos e fazemo aquilo que não queremos, o mal. O Apóstolo quer fazer entender que não é a nossa vontade a liberar-nos desta condições e nem mesmo a Lei, mas sim, o Espírito Santo. E já que, &#8220;onde está o Espírito do Senhor, está a liberdade&#8221; (II Cor 3,17),com a oração experimentamos a liberdade doada pelo Espírito: uma liberdade autêntica, que é liberdade  do mal e do pecado, para o bem e para a vida, para Deus. A liberdade do Espírito, continua São Paulo, não se identifica nunca com a libertinagem, nem com a possibilidade de fazer a escolha pelo mal, mas sim, com o fruto do Espírito que é amor, alegria, paz, magnamidade, benevolência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio de si&#8221; (Gal 5,22). Esta é a verdadeira liberdade: poder realmente seguir o desejo do bem, da verdaeira alegria, da comunhão com Deus e não ser oprimido pelas circunstâncias que nos pedem outras direções.</p>
<p>Uma segunda consequência se verifica na nossa vida quando deixamos agir em nós o Espírito de Cristo é que o relacionamento com o próprio Deus se torna tão profundo ao ponto de não ser corrompido por nenhuma realidade ou situação. Compreendemos então que com a oração não somos liberados das provas ou dos sofrimentos, mas podemos vivê-los em união com Cristo, com os seus sofrimentos, na expectativa de participar também da sua glória (Rom 8,17). Muitas vezes, na nossa oração, pedimos a Deus de sermos liberados do mal físico e espiritual, e o fazemos com grande confiança. Todavia, frequentemente temos a impressão de não sermos ouvidos e então caímos no risco de nos desencorajarmos e de não perseverar. Na realidade, não existe grito humano que não escutado por Deus e exatamente na oração constante e fiel, compreendemos com São Paulo que os sofrimentos do tempo presente não impedem a glória futura que será revelada em nós (Rom 8,18). A oração não nos isenta da prova ou dos sofrimentos, mas &#8211; diz São Paulo -  nós gememos interiormente esperando a adoração de filhos, a redenção do nosso corpo&#8221; (Rom 8,26); ele diz que a oração não nos isenta do sofrimento, mas a oração nos permite vivê-lo e enfrentá-lo com uma força nova, com a mesma confiança de Jesus, o qual &#8211; segundo a carta aos hebreus &#8211; &#8220;nos dias da sua vida terrana ofereceu orações e súplicas com fortes gritos e lágrimas, a Deus que podia savá-lo da morte e, pelo seu pleno abandono, foi ouvido&#8221; (5,7). A resposta de Deus Pai ao Filho, aos seus fortes gritos e lágrimas, não foi a libertação dos sofrimentos, da cruz, da morte, mas foi uma realização muito maior, uma resposta muito mais profunda; através da cruz e da morte, Deus respondeu com a ressurreição do Filho, com a nova vida. A oração animada pelo Espírito Santo leva-nos também a viver cada dia o caminho da vida com suas provas e sofrimentos, na plena esperança, na confiança em Deus que responde como respondeu a seu Filho.</p>
<p>E, terceiro, a oração do fiel se abre também às dimensões da humanidade e de toda a criação, tomando a ardente expectativa da criação, colocada em direção à revelação dos filhos de Deus (Rom 8,19). Isso significa que a oração, sustentada pelo Espírito de Cristo que fala no íntimo de nós mesmos, não fica nunca presa em si mesma, não é somente uma oração por mim, mas se abre à divisão dos sofrimentos do nosso tempo, dos outros. Se torna intercessão pelos outros, e assim liberação de mim, canal de esperança para toda a criação, expressão daquele amor de Deus que foi derramos sobre os nosso corações por meio do Espírito que nos foi dado (Rom 5,5). E exatamente esse é um sinal de verdadeira oração, que não se encerra em nós mesmos, mas se abre aos outros e assim me libera, assim ajuda a redenção do mundo.</p>
<p>Queridos irmãos e irmãs, São Paulo nos ensina que na nossa oração devemos abrir-nos à presença do Espírito Santo, o qual reza em nós com gemidos inexprimíveis, para levar-nos a aderir a Deus com todo o nosso coração e com todo o nosso ser. O Espírito de Cristo se torna a força da nossa oração &#8220;fraca&#8221;, a luz da nossa oração &#8220;apagada&#8221;, o fogo da nossa oração &#8220;árida&#8221;, doando-nos a verdadeira liberdade interior, ensinando-nos a viver enfrentando as provas da existência, na certeza de não estarmos sós, abrindo-nos aos horizontes da humanidade e da criação &#8221; que geme e sofre as dores de parto&#8221; (Rom 8,22).</p>
<p>Obrigado!</p>
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		<title>Seminário de Jovens Comunicadores</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 15:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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Uma missa neste domingo (20/05) presidida pelo presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro, no Santuário Dom Bosco marcou o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: <a title="cnbb.org.br" href="http://cnbb.org.br" target="_blank">cnbb.org.br</a></p>
<p>Uma missa neste domingo (20/05) presidida pelo presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro, no Santuário Dom Bosco marcou o encerramento do Seminário para Jovens Comunicadores. Cerca de 200 jovens de todo o país participaram do evento, deste a última sexta-feira, em Brasília.</p>
<p>O seminário foi o resultado de uma parceria entre as comissões episcopais para a Juventude e Comunicação. Neste domingo, os trabalhos começaram com uma partilha, coordenada pela assessora da Comissão para a Comunicação, Ir. Élide Fogolari. Os jovens destacaram um aspecto importante sobre o modo de comunicar a vida cristã no exercício profissional: o testemunho.</p>
<p>Tal aspecto foi ressaltado pelo padre Antonio Spadaro, que foi um dos assessores do Seminário. Ele afirmou que sentiu nos jovens brasileiros um profundo desejo de ajudar a Igreja na comunicação, e recomendou. “Estejam sempre com a cabeça, o coração e os olhos abertos. Evangelizamos melhor se escutamos as pessoas, o que elas pensam, assim como fez Jesus com no caminho de Emaús”. Ele também destacou que a caridade deve ser a marca da ação dos jovens comunicadores. “O importante é fazer poucas coisas, mas fazê-las bem”.</p>
<p>Em seguida, a Comissão para a Juventude apresentou as suas diversas atividades, como o projeto Jovens Conectados e os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro em 2013. Dom Eduardo enfatizou que tais iniciativas são exemplo da opção afetiva e efetiva da Igreja pelos jovens. “A Jornada não pode ser um evento de uma semana. Mas a movimentação pré e pós Jornada são muito importantes na formação de jovens apaixonados, verdadeiros discípulos missionários de Jesus Cristo”.</p>
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		<title>Evangelho João 16,20-23a</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sexta-Feira, 18 de Maio de 2012 &#8211; 6ª Semana da Páscoa</strong></p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20“Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. 21A mulher, quando deve dar à luz, fica angustiada porque chegou a sua hora; mas, depois que a criança nasceu, ela já não se lembra dos sofrimentos, por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo. 22Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria. 23aNaquele dia, não me perguntareis mais nada”.<br />
- Palavra da Salvação.      &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Reflexão</p>
<p>1 – A sensibilidade de Jesus é enorme. Ele prepara o coração dos discípulos com serenidade e ternura, apontando sempre para o essencial: a ressurreição, que encherá os corações de alegria e suplantará toda dor e todo sofrimento. A alegria pela certeza e participação na ressurreição será a maior riqueza no coração daquele que crê. Ninguém poderá eliminar do coração de quem crê esta convicção interior de que a vida venceu, vence e vencerá a morte. Na ressurreição de Cristo todos somos renovados, regenerados. A força e o poder da Ressurreição nos faz pessoas novas. O mundo se alimenta do efêmero, do passageiro, do transitório. Nós que cremos, nos alimentamos do perene, do certo, do eterno. A experiência mais sagrada que podemos fazer, no âmbito da fé, é a de experimentar e saborear o Cristo vivo, dentro de nós. Todavia, é natural ao coração humano a atitude de não querer separar-se de quem se ama. Se dependesse de nós, certamente, não ficaríamos felizes com a morte de ninguém. Contudo, quem é do mal, quem vive pelo poder do mal, fica muito feliz com a morte dos outros. Isso aconteceu com os inimigos de Cristo. Ficaram muito felizes com sua morte. Mas não sabiam que a vitória final da vida sobre a morte estava nos planos divinos. Deus sempre será Deus da vida, do amor, do perdão, da acolhida, da misericórdia, etc. Não fosse assim, Ele não seria Deus. Diante da ressurreição de Cristo, a força e o poder do mal são tremendamente abalados. A vitória final sempre será de Cristo. O mal nunca conseguirá competir com Ele.</p>
<p>Oração:</p>
<p>Senhor Jesus, vencedor do  mal e da morte, alimenta meu coração fragilizado por tantos percalços que aparecem diariamente.  Alimenta-me na certeza da ressurreição. Transforma minhas tristezas em alegria. Que nada neste mudo me abale a ponto de perder a maior riqueza da minha vida: a fé na Tua ressurreição. A força e o poder da Tua ressurreição sobre mim me encantem, diariamente, para ser testemunha crível da Tua sagrada presença em minha vida. Ajuda-me a ser perseverante no bem, não obstante todas as dificuldades que enfrento. Livra-me dos males que me rodeiam, tentando me derrubar. A força e o poder da Tua ressurreição me façam cada vez mais lutar pela transformação do mundo. Contigo e, somente Contigo, serei vitorioso. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Tenhas um bom dia. Desejo-te também um excelente final de semana. Não deixes de participar da Sagrada Eucaristia ou do Culto Dominical.<br />
<strong><br />
Com estima,<br />
Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</strong></p>
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		<title>Evangelho João 16,16-20</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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Por: Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco
— O Senhor esteja...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span>Quinta-Feira, 17 de Maio de 2012 &#8211; 6ª Semana da Páscoa</span></strong></p>
<p><strong><span><span>Por: </span></span></strong>Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16“Pouco tempo ainda, e já não me vereis. E outra vez pouco tempo, e me vereis de novo”. 17Alguns dos seus discípulos disseram então entre si: “O que significa o que ele nos está dizendo: ‘Pouco tempo, e não me vereis, e outra vez pouco tempo, e me vereis de novo’, e: ‘Eu vou para junto do Pai?’”. 18Diziam, pois: “O que significa este pouco tempo? Não entendemos o que ele quer dizer”. 19Jesus compreendeu que eles queriam interrogá-lo; então disse-lhes: ‘Estais discutindo entre vós porque eu disse: ‘Pouco tempo e já não me vereis, e outra vez pouco tempo e me vereis?’ 20Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria”.</p>
<p>- Palavra da Salvação. &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Reflexão</p>
<p>1 &#8211; A separação física de alguém, sobretudo na hora da morte, sempre provocará em nós muita tristeza e dor. Com os Apóstolos não foi diferente. Também eles estavam sensivelmente abalados pela possibilidade da separação física de Jesus. É natural ter estes sentimentos. Não existe remédio para a dor da perda de alguém. Somente o tempo nos ajudará a administrar a ausência das pessoas que amamos. Ainda que acreditamos e alimentamos a forte convicção na certeza da ressurreição, sempre choramos a partida de pessoas ligadas a nós. Toda partida é dolorosa. Chorar e ter saudades são atitudes próprias de quem ama. Desespero é próprio de quem não crê. E Jesus procura fazê-los entender que o mundo, com seus planos diabólicos, pensava que ficaria feliz com sua partida. Certamente tinham a convicção que matando-O, estariam livres d’Ele. Ledo engano! Entretanto, Ele também afirma que a tristeza dos Apóstolos se transformará em alegria. Como os que o mataram não imaginavam que Ele ressuscitaria, também os apóstolos não se davam conta que Ele enviaria o Espírito Santo, que devolveria a alegria e a esperança, pela sua constante presença. Jesus jamais nos deixou&#8230; “mas a vossa tristeza se transformará em alegria”. Ainda hoje continuamos a não entender tantas coisas que Jesus nos disse. Nosso modo humano de pensar, no geral, não alcança o entendimento maior do mistério sagrado  da missão objetiva de Jesus no meio de nós. Será sempre o Espírito Santo que nos devolverá a alegria e a esperança do entendimento das realidades sagradas. Devemos pedir muito os dons do Espírito Santo para podermos discernir os valores de Deus e os supostos valores deste mundo.</p>
<p>Oração:</p>
<p>Senhor Jesus, tanto tempo faz que retornaste para junto da Trindade, de onde vieste e, continuo a não ter o entendimento nobre das realidades sagradas. Por vezes me deixo levar pelo orgulho pessoal e acabo colocando empecilhos no entendimento das coisas do alto. Por vezes também, me deixo abater pelos sofrimentos,  angústias e pela dor da perda de amigos e entes queridos que retornaram para junto de Ti. Dá-me, Jesus, a graça de saber respeitar a morte. Ajuda-me entender que a morte física, por mais dolorosa que possa ser, não é o fim, mas o começo da vida plena, em Ti. Transforma, Jesus, as minhas tristezas em alegria. E, acima de tudo, humildemente Te peço: concede aos que já partiram deste mundo, a graça de estarem no gozo das alegrias eternas, na companhia dos anjos e santos. E, quanto a mim, Jesus, ajuda-me a não desperdiçar tempo em coisas inúteis e fúteis, que podem me desviar do caminho da eternidade. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Tenhas um bom dia.</p>
<p>Com estima,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Evangelho João 16,12-15</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quarta-Feira, 16 de Maio de 2012 &#8211; 6ª Semana da Páscoa
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quarta-Feira, 16 de Maio de 2012 &#8211; 6ª Semana da Páscoa</strong></p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. 13Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará. 14Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu”.<br />
- Palavra da Salvação.      &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Reflexão</p>
<p>1 – Muitas coisas são incompreensíveis à nossa capacidade intelectual. Não temos condições humanas para abstrair a essência de tantas realidades que nos transcendem. Todavia, se não temos condições de assimilar e entender os mistérios divinos com nossa inteligência limitada, Deus nos garante algo muito especial: a presença do Espírito Santo, que revela toda a verdade. Sem a luz resplendente do Espírito Santo não cresceremos nas coisas espirituais. O Espírito Santo toca no mais profundo de nós mesmos. A assimilação do mistério sempre acontece na profundidade do próprio mistério. O mistério nunca será algo escancarado. Para entendê-lo, precisamos de muita humildade e retidão de consciência. Será sempre gradual o entendimento das realidades sagradas. O Espírito Santo entende muito bem de pedagogia. Ele sabe da importância da gradualidade na assimilação dos conteúdos. O Espírito Santo será sempre o maior e melhor mestre que nos conduzirá à plena verdade. Portanto, torna-se importantíssimo ter total atitude de abertura à ação do grande e maior mestre, que é o Espírito Santo. Sem esta abertura de aceitação à ação do Espírito em nós, não conseguiremos atingir um grau mais elevado de entendimento das coisas sagradas. O Espírito Santo sempre nos guiará, seguramente, pelo caminho da salvação. Não precisamos ter medo e nem reservas para com Ele. Deus tão somente espera de nós a permissão para entrar em ação. Alguns demoram tanto para permitir&#8230; Sempre que buscarmos a verdade com retidão, o Espírito nos ajudará, certamente, a encontrá-la e a saboreá-la. É próprio do Espírito Santo tirar a cegueira de nossos corações. Acredito que o Espírito Santo será sempre o óculos “raibãm”  que nos permitirá contemplar o sol sem correr o risco de ficar cegos.</p>
<p>Oração:</p>
<p>Senhor Jesus, fonte inesgotável de todas as graças, dá-me a graça de ser constantemente iluminado pela luz radiante do Espírito Santo. Que o Espírito Santo, maior e melhor Mestre, me ajude a crescer  no entendimento das coisas sagradas. Guia-me, Jesus,  pela ação constante do Espírito Santo. Somente assim serei capaz de sondar os mistérios sagrados, ainda que às apalpadelas. Que a força e o poder do Espírito Santo, que está em mim desde o batismo, possa encontrar total liberdade para fazer-me crescer na santidade de vida. Guia-me, Espírito de amor, pelos caminhos que me conduzirão à salvação. Ilumina minha inteligência, minha vontade e  meu querer. Faze-me melhor. Assim poderei testemunhar com obras de amor a esplêndida harmonia da Tua sagrada presença em minha vida. Conduze-me à plena verdade. Não permitas que eu caminhe no erro de doutrinas que desvirtuam Teu sagrado desígnio. Vinde Espírito Santo e enche meu coração com o fogo do Teu amor. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Com as bênçãos de Deus, tenhas um bom dia.</p>
<p>Com estima,</p>
<p>Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</p>
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		<title>Dia da Comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livro com a mensagem de Bento XVI para o Dia da Comunicação disponível para download.
Por: cnbb.org.br
“Silêncio e Palavra: caminho de evangelização” é o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livro com a mensagem de Bento XVI para o Dia da Comunicação disponível para download.</p>
<p>Por: <a title="cnbb.org.br" href="http://cnbb.org.br" target="_blank">cnbb.org.br</a></p>
<p>“Silêncio e Palavra: caminho de evangelização” é o tema para o próximo 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais proposto pelo papa Bento XVI, que será celebrado no dia 20. No pensamento do papa, agora também disponível para download em português (http://www.pccs.va/images/mesa_comun/PDF/brasil-Livreto.pdf), o silêncio não é apresentado simplesmente como uma forma de contraposição a uma sociedade caracterizada pelo fluxo constante e incontrolável de ruídos na comunicação, mas como um elemento necessário de integração.</p>
<p>Segundo o papa, o silêncio favorece a dimensão do discernimento e do aprofundamento e pode ser visto como um primeiro grau de acolhimento da palavra. Não há dualidade entre “Silêncio e Palavra”, mas complementaridade entre ambos os termos que, em seu equilíbrio, aumenta o valor da comunicação e torna-as fecundas no serviço da nova evangelização.</p>
<p>“Silêncio e palavra” nos convocam a uma reflexão sobre o silêncio fundador, este que se relaciona irrevogavelmente com a Palavra. Portanto, fazer da comunicação um ato pleno de contato com Deus, com o próximo e com a sociedade exige que antecipadamente instituamos o silêncio como um modo de estabelecer comunhão. “Silêncio e palavra” são recursos que possuem uma base sólida capaz de nos conduzir à comunicação plena.</p>
<p>Para aprofundar o tema, a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, da CNBB, está encaminhando a todas as arquidioceses e dioceses o livreto para o Dia Mundial das Comunicações, que contém: A mensagem do Papa Bento XVI; Uma reflexão de dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, sobre o texto do Papa; Sugestões de como celebrar e comemorar o Dia Mundial das Comunicações, organizadas pela assessora de comunicação da arquidiocese de Vitória, Maria da Luz Fernandes.</p>
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		<title>Evangelho João 16,5-11</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terça-Feira, 15 de Maio de 2012 6ª Semana da Páscoa
Por: Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco
— O Senhor esteja convosco....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Terça-Feira, 15 de Maio de 2012 6ª Semana da Páscoa</strong></span></p>
<p>Por: Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5“Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais?’ 6Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento: 9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado”. &#8211; Palavra da Salvação. &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Reflexão</p>
<p>1.    O projeto de Deus deve ser conhecido. Não podemos nos acovardar diante das coisas do mundo que tantas vezes nos impedem de sermos proativos&#8230; Temos que dar testemunho corajoso da eficácia da sua presença em nossa vida. Jesus retornou para junto do Pai, onde é seu lugar. Confiou, contudo, a nós, a tarefa de continuar dando testemunho de sua presença vivificante. Como consequência de seu retorno para junto do Pai recebemos de presente o maravilhoso presente: O Divino Espírito que é Santo. Esse Espírito será nosso defensor e nosso guia na caminhada da vida. Nosso maior pecado penso eu, é a incredulidade. Temos uma forte resistência humana em aceitar e crer nessa realidade que vai além de nós mesmos. Por que temos que pensar que o limite de tudo seja o nosso modo de conceber as coisas? Será que tudo o que está fora da nossa “iluminada sabedoria”, não existe? A suposta ausência física de Jesus gera tristeza naqueles que o querem seguir de verdade. Todavia, não podemos nos esquecer  que Jesus promete explicitamente sua assistência espiritual constante. Nossa espiritualidade deve ser consistente a tal ponto, que consigamos verdadeiramente fazer a experiência de sua presença no cotidiano de nossa existência. Isso é mesmo tremendo&#8230;</p>
<p>Oração</p>
<p>Senhor Jesus, fonte de alegria verdadeira, alegra meu coração tantas vezes triste pelos acontecimentos que provacam dissabores. Peço-Te a graça de nunca me acovardar diante das dificuldades da vida. Quero dar testemunho de ti onde quer que me encontre. Derrama sobre mim, abundantemente, teu divino Espírito. Que Ele me faça entender os acontecimentos conforme Tu queres. Dá-me a graça de ser livre das ciladas do Inimigo. Ajuda-me a não colocar resistência nos projetos que tens para mim. Que eu os realize com alegria e disponibilidade. Peço-Te humildemente que a assistência do Divino Espírito não me falte nos momentos decisivos da vida. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Com as bênçãos de Deus, tenhas um bom dia.</p>
<p>Com estima,</p>
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		<title>Nossa Senhora de Fátima</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita Roma
Por: Agência Ecclesia
A cidade de Roma, na Itália, recebe neste domingo, 13, a imagem de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita Roma</strong></p>
<p>Por: <strong>Agência Ecclesia</strong></p>
<p>A cidade de Roma, na Itália, recebe neste domingo, 13, a imagem de Nossa Senhora de Fátima. A imagem peregrina visita a Basílica de São João de Latrão para a oitava edição da jornada nacional do peregrino na Itália.</p>
<p>A celebração vai ser presidida pelo cardeal Agostino Vallini, vigário do Papa para a Diocese de Roma e presidente da Obra Romana de Peregrinações. Ainda no domingo, a imagem peregrina vai ser transportada para a igreja de Santa Maria das Graças, próxima do Vaticano, onde permanecerá até ao dia 20 deste mês.</p>
<p>Segundo dados do Santuário de Fátima, mais de 29 mil italianos visitaram a Cova da Iria de forma organizada em 2011, um número apenas ultrapassado, quanto a estrangeiros, pelos espanhóis (33 821).</p>
<p>Durante a estadia da imagem em Roma estão previstas diversas catequeses e missas, presididas, entre outros, pelo arcebispo Rino Fisichella, que lidera o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, ou os cardeais Christoph Schonborn e  Giuseppe Bertello.</p>
<p>A jornada de domingo vai contar com a apresentação de um “concerto-meditação” com a recitação do rosário. Seguindo as indicações da Irmã Lúcia, a primeira imagem da Virgem Peregrina de Fátima foi coroada solenemente a 13 de maio de 1947.</p>
<p>“A fim de dar resposta aos imensos pedidos, foram, entretanto, feitas várias réplicas da primeira imagem peregrina”, informa o Santuário de Fátima na sua página na internet.</p>
<p>De acordo com o testemunho das três crianças conhecidas como Pastorinhos de Fátima (Lúcia, Francisco e Jacinta), confirmado pela Igreja Católica, ocorreram seis aparições da Virgem Maria na Cova da Iria e imediações (Distrito de Santarém, Diocese de Leiria-Fátima), uma em cada mês, entre maio e outubro de 1917. OC</p>
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		<title>Evangelho João 15,12-17</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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— Proclamação do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Sexta-Feira, 11 de Maio de 2012 5ª Semana da Páscoa</strong></span></p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”.<br />
- Palavra da Salvação.      &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p><strong>Reflexão</strong></p>
<p>1 – A primeira grande prova do amor de Deus por nós, antes mesmo de ter entregado a vida na cruz redentora, foi ter feito Sua opção fundamental pelo ser humano. Deus amou de tal forma o ser humano que chegou a dar-nos, de presente, seu único Filho. Portanto, não fomos nós a escolhê-Lo por primeiro. Foi Ele quem nos escolheu por primeiro e nos designou, pelo dom da vida que recebemos, para produzirmos frutos excelentes. E o fruto mais excelente que podemos produzir, em benefício de nós mesmos e dos outros, é entregar a vida, sem reservas, pela defesa e promoção da vida de todo ser humano. E, Ele, não nos quer como servos, mas como amigos. Trata-se de uma das afirmações mais nobres de Jesus para conosco. A maior prova de Sua amizade e do seu amor para conosco foi a total entrega da própria vida. E Jesus nos quer levar a refletir sobre a profundidade do amor ágape, que é entregar a vida naquilo que esta entrega tem de mais sagrado. Quando Jesus afirma: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”, Ele está querendo nos dizer precisamente isto: amor não é teoria, amor é atitude. São as atitudes que provam se realmente amamos as pessoas com quem convivemos diariamente. Amor verdadeiro é entrega de vida, até às últimas consequências: Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos.</p>
<p><strong>Oração</strong></p>
<p>Senhor Jesus, amor fecundo que regenera e salva, regenera-me para o amor verdadeiro. Não permitas, Jesus,  que eu seja vazio deste amor que transcende a minha própria condição humana. Elimina de meu coração toda perversidade que desvirtua o sentido profundo do amor. Envia sobre mim o Espírito Santo para que, por Ele, eu possa alcançar  um grau elevado no entendimento daquilo que o Teu amor fez e pode fazer por mim. Educa-me para o amor verdadeiro que me faz entender em profundidade o que significa gastar a vida pela dignidade das pessoas, por quem derramaste Teu sangue redentor. Continua a me escolher e a me designar, para que possa produzir frutos bons na convivência familiar e social. E, acima de tudo, dá-me a graça de entender que o amor verdadeiro és Tu, Jesus, Senhor da minha vida. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Tenhas um final de semana muito abençoado. Participa da Santa Eucaristia ou do Culto Dominical com grande satisfação e alegria. Com muita estima,<br />
<strong><br />
Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</strong></p>
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		<title>Evangelho João 15,9-11</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 15:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agencia Catolica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinta-Feira, 10 de Maio de 2012 &#8211; 5ª Semana da Páscoa
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Quinta-Feira, 10 de Maio de 2012 &#8211; 5ª Semana da Páscoa</strong></span></p>
<p>— O Senhor esteja convosco.<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.   &#8211; Palavra da Salvação.      &#8211; Glória a vós, Senhor.</p>
<p>Reflexão</p>
<p>1 &#8211; Não podemos ficar indiferentes a esse amor de Deus para conosco. Seríamos maus por demais. Ele não nos fez indiferentes ao Seu amor. Talvez tenhamos nos tornado indiferentes pela situação de pecado em que nos metemos. Mas ainda há tempo para mudar de rota. Basta querer. Portanto, superemos nossa indiferença amando verdadeiramente a Deus sobre todas as coisas e, ao próximo como a nós mesmos. Não pode existir satisfação maior do que cumprir estes dois mandamentos. Cumprindo estes dois mandamentos nossa alegria será plena. Permanecer no amor d’Ele, é permanecer na capacidade de entregar a vida, no cotidiano da nossa existência. Podemos doar a vida na família, no trabalho, no grupo de convívio, nas pastorais da Igreja e em tantos outros lugares. Tudo o que Ele nos pede: que permaneçamos em seu amor. Nada mais do que isso. E não esqueçamos: A melhor maneira que temos para permanecer no Seu amor é doando a vida. Você já pensou nisso? A entrega da própria vida foi a maior prova do amor de Deus por nós. A maior “fraqueza” de Deus é o amor. Ele não pode fazer nada mais nem melhor por nós do que nos amar. E precisamos mais?</p>
<p>Oração:</p>
<p>Senhor Jesus, fonte pura do puro amor, faze-me permanecer no Teu amor para ser, efetivamente, alegre e feliz. Nada mais me fascine e encante além do Teu amor que me regenera e santifica. Elimina da minha vida toda atitude de indiferentismo que me impede de amar-Te sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo. Ajuda-me a entender que fui criado por amor e para ao amor. Concede-me também a graça de conseguir doar a vida com mais ousadia e coragem. Assim serei capaz de entender que a maior prova de amor em minha existência é, realmente,  gastar a vida pelos outros. Que a minha maior “fraqueza” seja mesmo amar sem medida, para permanecer sempre no Teu amor. Amém.</p>
<p>- Deus me abençoe e me guarde. Amém.<br />
- Ele me mostre a sua face e se compadeça de mim. Amém.<br />
- Volte para mim o seu olhar e me dê a sua paz. Amém.<br />
- Abençoe-me Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.</p>
<p>Tenhas um dia muito abençoado. Com estima,</p>
<p>Padre Renato dos Santos – Salesiano de Dom Bosco</p>
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