Reflexão do Evangelho 28/04/2021

Bom dia Espírito Santo! O que vamos fazer juntos hoje….

Evangelho de hoje, 28 de abril (Jo 12, 44-50): «Quem Me vê, vê Aquele que Me enviou!»
Jesus exclamou: «Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. Quem me vê, vê aquele que me enviou. Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouve as minhas palavras e não as observa, não sou eu que o julgo, porque vim não para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita e não acolhe as minhas palavras já tem quem o julgue: a palavra que eu falei o julgará no último dia. Porque eu não falei por conta própria, mas o Pai que me enviou, ele é quem me ordenou o que devo dizer e falar. E eu sei: o que ele ordena é vida eterna. Portanto, o que eu falo, eu o falo de acordo com o que o Pai me disse».
 
COMENTÁRIO: A invocação de Deus como Pai é conhecida em muitas religiões. A divindade é muitas vezes considerada pai dos deuses e dos homens. Em Israel, porém, Deus é chamado Pai enquanto Criador do mundo. Mais ainda, Deus é Pai em razão da Aliança e do dom da Lei a Israel, que é o seu «filho primogênito» (Ex 4,22). E é também chamado Pai do Rei de Israel. Ele é muito especialmente o Pai dos pobres, do órfão e da viúva que estão sob a sua proteção amorosa. Jesus revelou que Deus é Pai num sentido inaudito: não o é somente enquanto Criador, mas é eternamente Pai em relação a seu Filho único, que só é eternamente Filho em relação a seu Pai: «Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar» (Mt 11,27). É por isso que os apóstolos confessam Jesus como «o Verbo» que «no início estava junto de Deus» e que «é Deus» (Jo 1,1), como «a imagem do Deus invisível» (Col 1,15), como «o resplendor da sua glória e a expressão do seu ser» (Heb 1,3). Na esteira deles, seguindo a Tradição apostólica, a Igreja, no ano de 325, no primeiro concílio ecumênico de Niceia, confessou que o Filho é «consubstancial» ao Pai, isto é, que é um só Deus com Ele. O segundo concílio ecumênico, reunido em Constantinopla em 381, conservou esta expressão na sua formulação do Credo de Niceia e confessou «o Filho Único de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos, luz de luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai» (Catecismo da Igreja Católica § 238, 240-242).
 
São Pedro Chanel e São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós, pelo fim da Pandemia e pelos cristãos perseguidos e martirizados no mundo inteiro!
À Jesus, toda honra, louvor e adoração!
Shalom🙏Veni Sancte Spiritus! Veni Lumem Cordium!

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